Não é novidade pra ninguém o trabalho desse cara. Então, não, não pretendo que esse post seja como outros que já escrevi aqui e tenha o objetivo de fazer você descobrir uma grande novidade.
Jon Foreman não é novidade pra ninguém. Faz muito sucesso nos Estados Unidos e, posso me arriscar a dizer, em boa parte do mundo - o cara teve até uma música sua cantada no American Idol. Já acompanho o Switchfoot (sua banda, se alguém ainda não sabe) a um tempo e, apesar de não curtir tanto algumas músicas, gosto da banda de uma forma geral.
Mas hoje eu não quero me ater muito ao já (mais) conhecido trabalho dele com a banda. A uns dois anos - fim de 2007/ início de 2008 - Jon começou uma "carreira solo" (entre aspas porquer ele não abandonou a banda, apenas fez um trabalho alternativo) e lançou 4 EP's num estilo bem diferente do que estávamos acostumados a ouvir dele: Fall, Winter, Spring e Summer. É óbvio, mas explico. São as estações do ano...
E é desses EP's que estamos falando aqui. Que conteúdo! Que bom gosto! Quantas verdades sendo ditas de uma forma tão bem arranjada. O trabalho é acústico, com algum toque melodramático dos "trompetes latinos" que habitam algumas músicas, um violão bem rústico e melodias muito, MUITO inspiradoras.
Pois bem, musicalmente, acho o trabalho maravilhoso, uma baita influência pra mim como músico. Mas o principal, e o melhor disso tudo, está no que se expressa através da música...
Voltando ao Switchfoot, gosto das letras da banda, mas confesso que o que Jon Foreman fala nesses 4 trabalhos mais intimistas, pelo menos pra mim, tem muito mais profundidade. As letras, de uma forma geral, são muito mais claras em relação à sua fé, ao seu louvor a Deus e até mesmo a algumas críticas ao "sistema" cristão que impera.
Em especial, quero comentar 2 músicas, do mesmo EP. São elas "Again" e "Instead of a show". Começo pela segunda.
É um tapa na cara, vamos admitir. Na minha cara e na sua. É a imagem da maioria dos cristãos: relapsos, distantes de Deus e de seu caráter, religiosos, hipócritas, distantes do "primeiro amor" a que João se refere em Apocalipse.
"Dar amor aos que não podem amar, dar esperança a quem não tem, se levantar para quem não consegue ficar de pé". ISSO é a consciência que deveria estar embutida em nós no lugar do desejo cretino de fingir que louva a Deus armando um circo em nossa volta, com banda, dança e tudo mais, enquanto muita gente morre escutando nosso "louvor" do lado de fora da igreja.
Me faz chorar, me faz alegrar, me faz ter esperança. Me lembra que a graça sempre nos trás de volta, sempre faz com que nossos corações se voltem pra Deus quando estamos longe. Me faz lembrar que Deus está, sim, presente, nos nossos eventos humanos.
"Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também." (Sl 139: 8)
É a esperança de que Deus está conosco, mesmo nos nossos fracassos. Que seja essa nossa vontade, nosso maior desejo: voltar nossos corações a Ele. Sempre.
Hoje vim apenas convidar os amigos a apreciarem uma obra de qualidade!
O amigo Janssem, fotógrafo de mãos cheias e desingER (viu, Paulo Grua? Aprendi!) manauera, que foi um dos meus companheiros no show do Coldplay no Rio de Janeiro, fez um trabalho magnífico em seu curta metragem todo feito na base da fotografia.
O nome da obra é O Conto da Rosa, e fala sobre uma história de amor, um amor platônico daqueles que qualquer um já viveu um dia. Mas além de a história ser ótima, até eu que não sou designer fiquei impressionado com a qualidade das sequencias, da trilha (aliás, essa é uma das parcerias futuras com o Janssem!) e, claro, do resultado final.
Depois de um tempão sem postar nada, vamos aqui passanado um espanador, limpando a poeira e recomeçando com uma ótima notícia!
Antes, deixo claro que não sou o Pelé e nem pastor, por isso não falo em terceira pessoa ou na primeira pessoa do plural para me referir a mim mesmo.
Posto isso, passemos ao que interessa.
A um tempo atrás, entrei de 'gaiato' no blog do Eduardo Mano - que empresta o nome à banda Eduardo Mano e os Tapetes Voadores - e começamos a falar sobre bandas independentes, sobre a necessidade de unidade entre as mesmas e coisas afins. Daí surgiu uma amizade muito boa, o que é uma conquista pra mim, tanto pelo grande amigo que é o Duda quanto pela minha rabugentisse no que tange às amizades virtuais, a que não sou lá muito afeito.
Pois bem. Eis que a banda do Duda - que antes se chamava Eduardo Mano e Banda - mudou de nome, mas a visão de unidade continua, e por isso tive a honra de ser convidado por ele para cantar uma das faixas do novo CD que há de ser lançado em algum momento que eu não sei exatamente qual é. Fiquei muito feliz! Ainda mais pelo tema da música que cantei. Fala sobre o céu. Ah! O céu...
"Quartos vagos" tem o tom da esperança que não acaba, tem a ideia da vida que transcede tudo o que temos e vivemos aqui nesse mundo. É serena, como deve ser a eternidade...
Por isso, e por muito mais, agradeço ao Duda, ao Léo, ao Sandro, ao Cadu e ao Josué pelo convite e, principalmente, pela amizade. Contem sempre conosco!
“Amanhã vamos lançar uma Coletânea com MÚSICA BOA para ajudar uma comunidade no Rio de Janeiro, o morro do Borel, onde mais ou menos 100 familias estão vivendo desde a semana passada numa base de uma Ong no pé do morro. Quer ajudar com uma atitude rock? Doe 10 reais e baixe a Coletânea. Todo o dinheiro arrecadado vai para a Ong do Borel.” dia 12/04/10
(Mossadihj)
Estamos nessa, sim.
Nossos corações, nossas orações estão com essas pessoas que perderam tudo, que perderam muito, que perderam amigos, familiares; perderam esperança. Nosso objetivo aqui transcede aos "jabás", às divulgações que fazemos ou qualquer coisa parecida. O importante aqui é mostrar, com isso TAMBÉM (não pretendemos ficar apenas nessa participação), que o amor de Deus gera atitudes práticas em prol do "outro", do "alheio", do "desconhecido".
Esperamos que esse amor alcance a todos os que gostam da gente,aos nossos amigos e a todos os que gostam do nosso som, mas também àquelas pessoas que não vão nos conhecer, que sequer vão ouvir nossas músicas...
Por mais clichê que possa ser, essa é a verdade em que acreditamos e que o pessoal do Amor é Um Movimento tem ajudado a divulgar.
Então, quem quiser ajudar nessa empreitada, vá aqui e veja como.
Não sei bem, mas, a impressão que fica pelos comentários que recebemos aqui, é que os únicos leitores desse blog são os rapazes da banda... rs
Mas, ao mesmo tempo, sabedor de que a internet tem lá suas surpresas, não dá pra descartar completamente a possibilidade remota de que alguém realmente acompanhe o que escrevemos por aqui.
E que não confundam! Isso não é um choro, um drama, uma tempestade num copo d'água. Estamos muito satisfeitos com o retorno que algumas pessoas têm dado em relação ao (pouco) que temos feito. E pro (pouco) que temos feito, a resposta tem sido bem legal. De verdade. A diferença é que ela, geralmente, vem atrvés de outras 'mídias sociais' (outra expressão da moda). O Twitter, principalmente, tem sido nosso maior aliado na divulgação das coisas e no próprio relacionamento com a galera que curte o que fazemos.
Mas, mesmo assim, insisto na inverossímil ideia de que pode haver um ou outro gato pingado que ainda passa nesse beco sujo pra ver o que está rolando.
Por isso esse post...
Apenas pra dizer que estamos indo muito bem, obrigado! hehe
A bem da verdade, ano passado, chegamos a uma conclusão, até natural: precisávamos ensaiar mais, trabalhar na nossa identidade, no nosso conjunto. Uma banda pode ser feita de ótimos músicos, mas, se não houver uma identificação natural entre eles na hora de tocar, a coisa fica bem mais mecânica, sem graça. Por isso, decidimos investir mais nisso; e não só na identidade musical, mas no nosso relacionamento, na nossa amizade. E esse tempo de "interlúdio" (ó, que ironia!) tem sido bom demais! Sinto que nossa amizade progrediu bastante e até os ensaios têm sido mais produtivos por conta disso.
Nossos planos? Sim, temos alguns. O EP está finalizado, falta apenas os detalhes da arte pra ficar tudo pronto. Faremos umas apresentações aqui pelo Rio pra apresentar isso. E pretendemos fazê-lo acompanhados de outros amigos. Eduardo Mano, minha querida Marcela Vale, do Velho Irlandês... São pessoas que com certeza fazem parte da nossa caminhada, de uma forma ou de outra, e fazemos questão de que estejam conosco sempre.
Apresentações, um evento periódico com espaço aberto pra outras bandas, uma viagem pra tocar em outro Estado (sim, estamos trabalhando nisso também!), a preparação para um CD oficial, mais "cheio"...
Enfim, são planos. Todos eles submetidos à vontade de quem nos motiva a acreditar nisso tudo todos os dias. Tudo isso está em suas mãos.
Porque não há lugar melhor para os nossos planos do que nas mãos de Deus...
Hoje estou aqui para fazer um jabá discarado, mas com muito orgulho!
Pra quem não sabe, nosso amigo mais barulhento (mais até do que o Max, que é baterista!), Paulo Grua, que comanda uma das guitarras da banda, dá aulas de guitarra e tem um trabalho bem legal rolando pela internet.
Dentre outras coisas, o Paulo tem umas video-aulas bem úteis pra quem quer conhecer um pouco mais de equipo, pedais, acessórios de Guitar Hero Deluxe Version e afins...
Isso sem contar que o "Magrão" (como minha mãe o gosta de chamar...rs) já deu as caras na Guitar Play americana duas vezes, e uma vez na versão brasileira da revista. Não é pouca coisa não!
Por isso, aos guitarristas e curiosos de plantão, vale a pena dar uma passada no canal do Youtube do Paulo e conferir o trabalho dele. Preparem os ouvidos, o barulho lá é alto!
Assim como todas as bandas independentes, queremos ser ouvidos. Não adianta sermos hipócritas dizendo: "Não, não nos importamos em divulgar nosso trabalho."
A propagação do que se faz em todo tipo de arte é um desejo natural de quem a faz. Música também é arte e, mesmo estando bem longe do nível de artistas que admiramos, estamos na luta pra chegar em algum lugar também.
Por isso, além do nosso twitter e do myspace, estamos agora com um canal no Youtube ( www.youtube.com/interludiotv ), onde começamos ontem a colocar vídeos dos nossos ensaios. Os vídeos não têm uma qualidade de som excelente, mas para uma máquina digital, até que estamos num nível bem razoável. Batizamos essa pequena série de "Interlúdio no Estúdio", pelo motivo óbvio de que é lá que ensaiamos. Já colocamos dois vídeos ontem (um você vê aqui mesmo) e pretendemos colocar mais ao longo da semana.
Esperamos que os videos não fiquem só por aí. Em breve faremos alguma coisa mais elaborada em termos de qualidade de audio, principalmente, e imagem.
Mas, por enquanto, fiquem com os videos "caseiros" e "intimistas" (palavra bem na moda, não?) e algumas fotos do ensaio.
Sem mais,
Diego
PS: destaque para nossa (do Max, pra ser mais específico) primeira dama das baquetas, Gisele, que contribuiu bastante musicalmente e fez os vídeos. Valeu, Gi!
Esses dias, fuçando myspace, como me é usual, meio despretenciosamente fui vendo uns perfis de alguns artistas depois de uma indicação da Marcela Vale, minha queridinha.
Assim, meio sem querer, acabei achando um cara que não consigo mais parad de ouvir. Com composições sem muita complicação harmônica/melódica, William Fitzsimmons foi um dos maiores achados na música em muito tempo pra mim.
As letras são legais, inteligentes, a voz do cara tem tudo a ver com o som, enfim...